02/01/2010 06:14
Minha vida em flashes: 1989, 90 91: minha irmã nasceu, eu nada me lembro, mas cresci ouvindo ótimas histórias sobre, eu era uma criança bem humorada! Rio comigo mesma. 92, 93, 94: Vai que é tua Tafareu - só o som, um audio, apenas. 95 96 - 1 serie, Me lembro da paçoquinha. 97 2 98 3ª serie. Aniversário em Fernandópolis. O brasil perdeu pra França na copa neste dia, no meu aniversário de 9 anos. 99 4 2000 5 2001. 6ª série. O 11/9 é claro na memória. Tudo visto ao vivo. Guardei recortes de jornal d(n)os dias seguintes. 2002 7 copa do mundo, Brasil campeão! 2003 8 2004 1º colegial Etapa 2005 2 2006 3º colegial, o ano negro nos estudos e feliz com amizades. Teve copa do mundo com amigos! 2007: do apogeu ao fundo do poço - a grande conquista e a primeira queda do cavalo. O primeiro JUCA, a vitória, as primeiras libertações da infancia. 2008: 2º ano Jor, outra desilusão, não tão traumática. Duas viagens à praia com amigos e mais um JUCA, desta vez com uma festeca chata. 2009: a primeira demissão, um ano vazio de amores, um ano carente, mis viagens com amigos, e a primeira viagem profissional: entrevistar Wagner Moura no RJ, lindo, depois JUCA e FLIP, incriveis também. Perdi meu avô em novembro e isso tem doído muito. Ainda é muito recente, só o futuro dirá. 14/04/2011 2010 foi ano de muito trabalho, pouco amor e muitos amigos. Não teve JUCA, mas sim plantão no feriado, teve FLIP, que cobri e foi correria, mas legal. Teve desgaste e canseira. teve muita aula també. E , no começo do ano, um documentário! Teve jantares intimistas com amigos e risadas valiosas, por serem cada vez mais raras. Mas 2010 foi um ano estranho. Como é estranho ficar adulto, creio.
Escrito por Bru Buzzo às 06h14
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Amanhã vou escrever uma retrospectiva dos meus ultimos 20 anos no meu diário que não é nada diário. Assim quem sabe rio muito e choro muito e mando as magoas embora.
Escrito por Bru Buzzo às 06h07
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Sinto falta de minhas poesiazinhas felizes. [Poesiazinhas?? - Isso não deve existir, mas agora não estou a fim de checar, cansei desses desabafos internos]
Escrito por Bru Buzzo às 06h07
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Eu, minha metáforas e memórias
Hoje descobri que algumas pessoas ainda leem meu blog, olha só!
De um lado, acho que o Caio as vezes deve ficar encucado com algumas coisas que lê por aqui - por favor, não fique, minhas inderetas, na maior parte das vezes, tem outros destinatários.
Por outro, descobri que minha tia Luzia le meu blog, sabe que ele existe e ainda comentou em um texto que fazia referencia a ela. Isso foi uma grande surpresa. Boa, ainda que triste, por que o texto é triste e sempre me faz chorar quando releio. Não são lembranças fáceis, como imagino que também não sejam para vc, tia. Dói muito, e sempre choro quando escrevo sobre isso (como agora, e como em todas as vezes anteriores).
Mas escrever pra mim é uma grande terapia. Tenho minha bobagens postadas no twitter, tenho um diário (que não é atualizado todos os dias, como deve-se imaginar para alguem como eu), escrevo anotações diária na minha agenda (que está sempre mais à mão que o diário), tenho dois blogs e ainda carrego sempre um caderninho de anotações na mochila/bolsa, não um bloquinho de jornalista, não, um caderninho mesmo, para anotar qualquer bobagem que me venha à cabeça, seja algo que eu postaria no twitter caso estivesse online, seja algo que postaria aqui ou no blog sério. Lá tem de tudo.
Por que escrever me faz bem, alivia as tensões, as duvidas, dá vasão aos sentimentos dos quais não gosto de falar e que as vezes não entendo bem. Gosto de escrever.
Atualmente muitos textos aqui tem sido mais diretos, sem metáforas, isso é mais terapeutico. E isso condiz com uma "mudança editorial" por que passou este blog e também com uma fase menos poética de minha vida. Antes eu divulgava este blog, para mais gente ler o que eu postava, eu postei algumas fotos, poemas, reflexões pessoais ou não. depois, criei um blog mais sério, que não atualizo tanto quando gostaria, mas já é alguma coisa. Este aqui então ficou às moscas por um bom tempo, só para mim. Depois virou verdadeira valvula de escape.
Com isso, se vcs leram até aqui, espero que quem leia este blog, seja por que motivo for, entenda que cada dia tem suas confusões e reflexões. E. por favor, não se ofenda.
Tenho consciencia de que alguns posts, de minha fase mais poética e metáforica, foram claras ofensas a alguem, que já nem me lembro mais quem era (em alguns casos). Mágoas que se perderam nas metáforas, ainda bem. Que sejam apenas uma metáfora bonita e triste que algum dia eu criei, que nunca mais sejam mágoas.
As verdadeiras mágoas eu sei identificar. Há algumas metáforas que ainda reconheço bem, dores que me marcaram profundamente. As marcas sempre ficam, como disse uma vez em um email, que hoje percebo ter sido um tanto quanto cruel, mas acho mesmo que um tapa na cara de vez em quando não faz mal a ninguem. A gente sobrevive. E supera.
As fases metafóricas, pelo que percebo, foram dias em que estava de fossa, mal. Ou dias em que já não estava mais mal, mas bateu uma depressão e então fiquei com vontade de escrever coisas tristes. As poesias que fiz por aqui são quase todas triste. Deve ter uma ou outra feliz, mas quase nada. Nos dias felizes eu geralmente não posto nada por aqui. Nas epocas felizes o blog fica vazio, barato. Ainda bem, né?!
E ainda bem, como vcs perceberam, é uma expressão que gosto muito de usar. Por que me consola saber que tudo passa. Que as coisas vem e vão, que tudo muda. E isso é bom, isso consola, por que há tanta tristeza lá atras. Mas elas passaram, e espero mesmo ficar só com as boas lembranças anteriores à cada tristeza que veio. De cada situação, espero levar para o futuro as coisas boas, as pessoas que conheci, os amigos que fiz. É triste ver que alguns amigos se perdem pelo caminho. Mas um sorriso carinhoso sempre fica. Ainda bem.
Escrito por Bru Buzzo às 05h29
[]
[envie esta mensagem]
[link]

As pessoas veem o que querem nas palavras dos outros. Eu procuro e nada acho. Só vejo palavras tristes de quem se deparou com a morte pela primeira vez.
Escrito por Bru Buzzo às 04h40
[]
[envie esta mensagem]
[link]

|