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Apenas divagações
 


Hoje, lendo uma crônica da Camila Martins em seu blog sobre encontros com ex, ciúmes, dores desnecessárias, fiquei pensando sobre esta questão dos encontros, que me é tão dolorida. Não gosto de me encontrar com meus ex. Ou, no geral, com pessoas que me causaram qualquer tipo de sofrimento. Aquela falsa sensação de que foi tudo perdoado, esquecido. A dor passa, o perdão pode até vir, mas nada nunca é esquecido. E é preciso aceitar essa realidade.

Sei que se algum dia fui cruel com alguem, esse alguem se lembrará disso todas as vezes em que olhar para mim. Penso ser inevitável, por tudo que já vi, ouvi e vivi. Por mais que de longe esteja tudo bem, se os olhos se encontram, as dores parecem voltar, como um borbulhar de algo nojento que respinga sujeira e podridão por aí. Evitar, para mim, é o melhor.

Neste nossa sociedade que creio possamos chamar de 'online', muitos contatos só se mantem virtualmente. No caso de ex-qualquer coisa, é bom que assim o seja. No ambiente virtual, o nome da pessoa não lembra sempre suas canalhices (ou afins). Nos olhos, sempre. É impossível separar um e outro. Mas online, não, todos podem ser amigos. Ainda bem!

 

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Escrito por Bru Buzzo às 01h31
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O grupo de email do meu departamento, o famigerado CJE_ECA, tem muita gente implicante. Pior de tudo é constatar que você já esteve com uma delas. Meu deus!

Ainda bem que o mundo dá voltas...



Escrito por Bru Buzzo às 01h26
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O caderninho que passei a levar para anotar pensamentos, reflexões e histórias já está acabando. Foi um bom companheiro!



Escrito por Bru Buzzo às 01h23
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Um casal se despede no ponto de ônibus. Para sempre. Ele, desesperado, tenta convencê-la a ficar. Ela, decidida, joga na cara os erros dele.

Tudo nas trocas de olhar, nos gestos, o corpo que fala.

 

Eu nada escuto, vejo tudo de longe. Observadora oculta e com uma imaginação fértil.

(era mais ou menos assim, o texto anotado no caderninho)



Escrito por Bru Buzzo às 01h22
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O que mais me diverte neste blog, é que ele é como um diário. Ninguem o lê, e eu falo comigo mesma. Adoro!

(ninguem é modo de falar. Se alguem está lendo, por favor, não se ofenda)



Escrito por Bru Buzzo às 01h20
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Atualizações

Ontem e hoje fiquei feliz por atualizar "trabalhos" online. Postei uma foto nova no flickr, carreguei um trabalho de vídeo no YouTube e escrevi um texto para o blog sério. Agora, estou ansiosa para a publicação de um ensaio fotográfico. E o pior é que é surpresa. E não posso nem twittar essa ansiedade.

Ando viciada em falar as coisas no twitter... e nem sei por que, acho que ninguem me lê, o que é meio triste de se pensar...

Mas, seja como for, estou feliz por postar coisas relevantes (espero, ao menos) na rede! Me alegra escrever para o blog sério. É divertido falar sobre cinema sem ter um objetivo, sendo apenas uma opinião, não como algo mais compromissado. No blog posso ter um texto livre, e aproveito para treinar a produção jornalística!

 

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Escrito por Bru Buzzo às 01h19
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Falta

Faz quase duas semanas. Ontem e hoje assisti respectivamente Som e Fúria e Do começo ao Fim, ambos com cenas de enterros que, nos filmes, não eram tão exploradas. Tristes, mas não melancólicas como é de fato um funeral.

Ambas as cenas me fizeram lembrar do meu avô. E chorei. Não por elas, por ele. Faz falta. Essa impossibilidade comunicativa. Os laços rompidos totalmente, mesmo que, espero, não seja para sempre.



Escrito por Bru Buzzo às 01h14
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Saudade

Aí eu disse 'estou bem', mas será mesmo?

Fui olhar um album de fotos, não pude conter as lágrimas. Lá estavão os últimos registros da vida que se foi. Por mais que pensemos que a morte veio para melhor, as vezes isso só serve para amenizar nossa própria dor. A dor de não mais ver uma pessoa querida, de nunca mais abraçá-la ou beijar-lhe a face. E como é triste ver a face inanimada. Não tive coragem de tocar-lhe a face sem vida, vô. Não poderia conter a tristeza de tocar-lhe o corpo frio.

Depois, amenizamos o sofrimento falando de outras coisas. Mas a familia reunida sente sua falta. Teu olhar a acompanhar a conversa, a fitar nossos rostos.

São tantos rostos tristes, lagrimas. As faces brancas vermelhas. Lamentos. E tantas flores. Abraços tristes. Consolo. Amparo. Olhos que difarçam para amparar alguem mais abalado. Lenços. E o olhar que fita até o final. O primeiro irmão, o pai, marido, avô que vai. Para ele, a libertação de uma vida que já não era mais. àra quem fica, a tristeza da separação, da perda subita, não propriamente inesperada, mas não anunciada. Subita. Não sem dores prévias para ambos os lados.

Segue-se a vida, para ambos os lados, acredito. E por aqui ainda restam grandes desafios pela frente, até que venham possíveis reencontros e novas perdas.



Escrito por Bru Buzzo às 21h06
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Tem hora que só rindo mesmo.



Escrito por Bru Buzzo às 03h38
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Requisitos. Sempre eles. Sempre nada.

 

 

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Escrito por Bru Buzzo às 01h22
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E na aula de espanhol o professor pergunta "E vcs, tem uma imagem de par ideal?"

Aí Teca (jormat08) responde: bem... não exatamente... tenho uma lista de requisitos... acho...

Tipo uma check list, devolve o professor.

É! mais ou menos isso, ri.

Concordo.



Escrito por Bru Buzzo às 01h21
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Hoje assisti ao filme "Quanto Dura o Amor?", um filme mediano, bem ok. Nada demais.

Mas sai de lá pensando em um twitt, que por vergonha talvez, não postarei:

"Quanto dura o amor?" é ok. Mas de triste, basto eu.



Escrito por Bru Buzzo às 01h18
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Desejo crescente por um futuro sem as sombras do passado.



Escrito por Bru Buzzo às 03h02
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Não entendo o comportamento das pessoas. Vamos ser honesto? Você não presta. Qual seu problema? Por que insiste? Gosta de jogos duplos, de vidas duplas, de amores duplos? Eu não. E já cai nessa brincadeira uma vez, não quero-a para mim de novo. Não insista. Sua insistencia me cansa. Não sei qual é a sua, não sei o que vc realmente quer, mas espero sinceramente que pare. Mesmo que não seja nada, mesmo que você queira apenas ser meu amigo de novo, já não sei se tenho coragem de encará-lo no rosto por mais de 2 ou 3 min. E, principalmente, já não sei se quero me dar ao trabalho. Acho que não. Acho que uma amizade entre nós não é possível e, caso seja, talvez não valha a pena. Você não vale a pena. Não mais. Nunca valeu. Foram sempre pensamento vão, desperdiçados. Hoje gostaria de vê-lo o mais longe possível. Por favor, vá. Vá, como você já foi um dia. Cale-se.



Escrito por Bru Buzzo às 03h01
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Quero as flores de uma primavera amarela, quero o otimismo de um sorriso, de um abraço, o otimismo de um elogio sem a falsidade da frequencia. Quero um abraço presente, um olhar amigo, uma conversa que faça sentido, que não tenha passado.



Escrito por Bru Buzzo às 17h43
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